domingo, 26 de maio de 2013

Cartilha de Orientação de Pais

Meu filho está com dificuldades, o que posso fazer pra ajudar?

Esta é a pergunta mais comum entre pais de crianças que apresentam dificuldades na escola. A primeira coisa a se pensar é que não existe um manual de instruções para a criança. O que é importante saber é que o jeito da criança agir com determinadas coisas é aprendido em suas interações; e, portanto, é possível criar um ambiente que estimule seus estudos e desenvolvimento pessoal. Aqui vão algumas dicas de Zoega et. all. (2004) sobre como fazê-lo:

1º Está claro, para seu filho, quais são seus direitos e deveres? É importante que exista clareza sobre o que são os direitos e deveres de seu filho. Seus direitos são conquistados à medida que cumpre seus deveres, e devem ser respeitados pelos pais.

2º O seu filho possui uma rotina de estudos organizada? É importante que os horários da criança sejam bem organizados e que sua rotina de estudos seja respeitada. Cada tipo de atividade deve ter um horário, e a criança rende mais se estudar antes de se cansar com outras atividades.

3º Existe clareza sobre quais são os limites da criança? É importante que ela aprenda que regras são para serem seguidas, e que o não seguimento, tem como conseqüência a perda de alguns direitos (como assistir TV, por exemplo). À medida que a criança cresce é importante que ela possa participar do estabelecimento destas regras, o que contribui para desenvolvimento de sua responsabilidade.

4º Você acompanha seu filho em suas atividades? É importante que os pais acompanhem os filhos em suas tarefas, mas sem criar um clima de pressão ou cobrança, mas de incentivo e valorização pelo que ele faz. Se for ajudar, é importante que não fala por ele, mas apenas ajude.

5º Você dá autonomia a seu filho sem deixar de cuidar dele? O incentivo à independência é importante para que a criança torne-se uma pessoa responsável mais tarde. Essa independência deve ser fornecida aos poucos, dosando proteção e autonomia.


6º Você o ajuda a ter um contexto adequado aos estudos? Com mesa e cadeira confortável, poucos movimentos ou barulhos que possam tirar sua atenção, sem fome, sede calor ou frio.

7º Você estabelece interações positivas com seu filho? Embora castigar faça com que, naquele momento, a criança deixe de comportar-se inadequadamente, isto não a ensina a conduta correta. E longe do risco do castigo, se o contexto favorecer, ela voltará a comportar-se inadequadamente. É mais proveitoso que os pais valorizem como puderem o que ela faz de adequado, por mais que esteja apenas cumprindo seu dever. Esse comportamento valorizado tenderá a ocorrer mais vezes.

8º Você demonstra afeto pelo seu filho? Muitos pais não o fazem por não terem tempo, ou tentam suprir com presentes ou coisas do tipo. Se os pais são sempre afetuosos com os filhos é bem mais fácil fazê-los seguir regras com boa vontade. Eles farão o que o pai quer por gostar dele, e não por temê-lo.

9º E você, cumpre com seus deveres? A criança aprende muito mais vendo do que ouvindo. Se o pai cobra dela que ela cumpra regras, compromissos e deveres, mas ele próprio não cumpre dificilmente a criança o fará.

10º Você conversa com seu filho? Apenas interroga, ou simplesmente não conversa? É importante que os pais mostrem-se dispostos a ouvir e ENTENDER o filho. Isto ajuda a encontrar a solução para a maioria dos problemas. Um interrogatório, no entanto, onde apenas o pai pergunta e o filho responde, piora a situação. Dar sermões também diminui as chances de que a criança fale. Coloque-se no lugar da criança.

11º Ajude-a a pensar no que aprende. Ou pelo menos ajudar a criança a encontrar aplicabilidade naquilo que aprende. Conversar com ela sobre o que ela estuda pode ser interessante.

12º Incentive o brincar. Uma criança que brinca tem melhor qualidade de vida, menos estresse e, conseqüentemente, melhor rendimento.

13º Você se interessa pela vida de seu filho? É importante que seja demonstrado interesse pela vida do filho como um todo, e não apenas pelos resultados que ele apresenta na escola. Isso faz com que a criança sinta-se mais valorizada e, por conseqüência, se esforce mais.

Já parou pra pensar sobre como é que o seu filho aprende?
Muita gente com certeza diria que não.

A aprendizagem é um processo que, pode-se dizer, inicia-se de fora pra dentro. A criança nasce com um conjunto de características físicas e comportamentais que são comuns a todos os outros seres humanos, e é a partir destas características que ela inicia a sua interação com o mundo.

A criança, a princípio, possui apenas movimentos aleatórios. À medida que ela vai experienciando o meio que a cerca, estes movimentos vão gerando certas conseqüências que, ao se associarem ao contexto no qual ocorrem, passam a controlar as suas ações. Por exemplo: um bebê recém nascido move aleatoriamente o braço. Um belo dia descobre que movendo em certa direção, terá como conseqüência bater no móbile e fazer um som. Ela aprende então que, na presença do móbile, aquele movimento tem como conseqüência o “som”, aprendendo, deste modo, a extrair o som do móbile. Se não houvesse a conseqüência (som), ela não aprenderia a bater no móbile.

A mesma coisa acontece com a maioria dos outros comportamentos da criança. O estudar, por exemplo, o que tem como conseqüência? O reconhecimento dos pais? Mais horas para se divertir a tarde? O direito de jogar vídeo-game? Sim, para que a criança aprenda a estudar, este comportamento precisa ter conseqüências agradáveis para ela. Esta conseqüência tem, necessariamente, que ser algo do interesse da criança; ou seja, algo que ela goste.

Um detalhe importante é que estas conseqüências devem ser imediatas; isto é, quanto menor o intervalo de tempo entre o momento em que a criança comportou-se adequadamente e o momento em que a conseqüência foi apresentada, maiores as chances daquele comportamento ser aprendido.

Parece artificial? Sim, mas até que a criança de fato tenha aprendido a estudar, dificilmente este comportamento irá gerar conseqüências naturais que exerçam controle sobre ele. Com o tempo, o próprio estudar tornar-se-á prazeroso para ela, mas até então, é necessário que os pais contribuam deste modo.

Encarar o “estudar” como nada mais do que uma obrigação da criança é um erro. Embora os pais pensem assim, é bobagem querer impor isto ao filho. Pelo contrário, se os pais associarem o “estudar” com broncas, imposição, brigas ou coisas do gênero, estarão apenas contribuindo para que a criança goste cada vez menos de estudar.

Se a aprendizagem da criança ocorre assim, de acordo com as conseqüências que seu comportamento gera no ambiente, culpabilizá-la por não aprender é, então, apenas se fugir da própria responsabilidade. Como dito antes, é certo que nenhuma criança nasce com manual de instruções, mas é possível aprender a lidar com ela e programar condições para que ela desenvolva o gosto e o hábito de estudar.

Por: Esequias Caetano de Almeida Neto - Psicólogo
Fonte:Comporte-se

domingo, 9 de setembro de 2012

FALTA TEMPO

 
Começo a estar cansada de não ter tempo para nada. Passo os dias a olhar para  os cadernos, a correr para o trabalho, para a pós e voltar rapidamente para casa para voltar a estudar. E assim esta sendo durante todo o ano.
Falta-me tempo para os meus amigos, para a minha família,  e, pior de tudo, falta-me tempo para mim. Já perdi a noção de à quanto tempo não tenho tempo para ouvir um cd do princípio ao fim. A minha lista de livros para ler aumenta a passos largos, bem como a lista de filmes para ver. Tenho amigos para ver, família para visitar e nenhum tempo para fazer nenhuma dessas coisas.
Retiro uma manhã ou uma tarde de vez em quando para comprar as coisas que fazem falta ou para tratar de alguns papeis ou até mesmo para ir ao médico.
E os dias parecem não correr, o calendário parece preso num dia, numa semana. As férias que não chegam, o tempo que não vem..
As minhas desculpas a todos aqueles que aguardam pacientemente que eu tenha tempo para estar com vocês, a todos aqueles para quem não tenho sido uma amiga muito presente. As minhas desculpas à família por não ter mais tempo para os visitar. As minhas desculpas aos meus filhos pela falta de tempo de ter mais tempo para vocês. E finalmente, as minhas desculpas a mim mesma por não ter tempo  para fazer as coisas que mais gosto, para ler os livros que se acumulam nas prateleiras..
É assim a falta de tempo.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

A EXTINÇÃO DOS PROFESSORES




O ano é 2.209 D.C. - ou seja, daqui a duzentos anos - e uma conversa entre avô e neto tem início a partir da seguinte interpelação:
– Vovô, por que o mundo está acabando?
A calma da pergunta revela a inocência da alma infante. E no mesmo tom vem a resposta:
– Porque não existem mais PROFESSORES, meu anjo.
– Professores? Mas o que é isso? O que fazia um professor?
O velho responde, então, que professores no início, eram homens e mulheres elegantes e dedicados, que se expressavam sempre de maneira muito culta e que, muitos anos atrás, transmitiam conhecimentos e ensinavam as pessoas a ler, falar, escrever, se comportar, localizar-se no mundo e na história, entre muitas outras coisas. Principalmente, ensinavam as pessoas a pensar.
– Eles ensinavam tudo isso? Mas eles eram sábios?
– Sim, ensinavam, mas não eram todos sábios. Apenas alguns, os grandes professores, que ensinavam outros professores, e eram amados pelos alunos.
– E como foi que eles desapareceram, vovô?
– Ah, foi tudo parte de um plano secreto e genial, que foi executado aos poucos por alguns vilões da sociedade. O vovô não se lembra direito do que veio primeiro, mas sem dúvida, os políticos ajudaram muito. Eles acabaram com todas as formas de avaliação dos alunos, apenas para mostrar estatísticas de aprovação. Assim, sabendo ou não sabendo alguma coisa, os alunos eram aprovados. Isso liquidou o estímulo para o estudo e apenas os alunos mais interessados conseguiam aprender alguma coisa.
Depois, muitas famílias estimularam a falta de respeito pelos professores, que passaram a ser vistos como empregados de seus filhos. Estes foram ensinados a dizer “eu estou pagando e você tem que me ensinar”, ou “para que estudar se meu pai não estudou e ganha muito mais do que você” ou ainda “meu pai me dá mais de mesada do que você ganha”. Isso quando não iam os próprios pais gritar com os professores nas escolas. Para isso muito ajudou a multiplicação de escolas particulares, as quais, mais interessadas nas mensalidades que na qualidade do ensino, quando recebiam reclamações dos pais, pressionavam os professores, dizendo que eles não estavam conseguindo “gerenciar a relação com o aluno”. O professores eram vítimas da violência – física, verbal e moral – que lhes era destinada por pobres e ricos. Viraram saco de pancadas de todo mundo.
Além disso, qualquer proposta de ensino sério e inovador sempre esbarrava na obsessão dos pais com a aprovação do filho no vestibular, para qualquer faculdade que fosse. “Ah, eu quero saber se isso que vocês estão ensinando vai fazer meu filho passar no vestibular”, diziam os pais nas reuniões com as escolas. E assim, praticamente todo o ensino foi orientado para os alunos passarem no vestibular. Lá se foi toda a aprendizagem de conceitos, as discussões de idéias, tudo, enfim, virou decoração de fórmulas. Com a Internet, os trabalhos escolares e as fórmulas ficaram acessíveis a todos, e nunca mais ninguém precisou ir à escola para estudar a sério.
Em seguida, os professores foram desmoralizados. Seus salários foram gradativamente sendo esquecidos e ninguém mais queria se dedicar à profissão. Quando alguém criticava a qualidade do ensino, sempre vinha algum tonto dizer que a culpa era do professor. As pessoas também se tornaram descrentes da educação, pois viam que as pessoas “bem sucedidas” eram políticos e empresários que os financiavam, modelos, jogadores de futebol, artistas de novelas da televisão, sindicalistas – enfim, pessoas sem nenhuma formação ou contribuição real para a sociedade.

O TEXTO

O texto acima circula na internet desde 2009. Mas como ele se mantém atualíssimo, vale repassá-lo para os nossos amigos. Trata-se apenas de um opinião de um autor desconhecido.

sábado, 7 de julho de 2012

A PRINCESA E A ERVILHA

Sinopse

Durante dez anos a escritora e ilustradora Rachel Isadora percorreu vários países da África para se inspirar e adaptar a clássica história de Hans Christian Andersen, A Princesa e a Ervilha. As primorosas ilustrações levam os leitores a um universo africano mágico em que uma ervilha muda os destinos.  Descubra como isso é possível lendo o livro

sábado, 23 de junho de 2012

DICA DE LIVRO


Idade: 2 a 8 anos
Autor: Marta Altés
Ilustrador: Marta Altés
Editora: Brinque book

Sinopse:
Não!: Um cachorrinho bagunceiro e trapalhão que adora a sua família. Ele sempre acha que está agradando... Será

terça-feira, 19 de junho de 2012

VINTE DICAS DE SUCESSO


01- Tenha um aperto de mão firme;
02 - Olhe as pessoas nos olhos;
03 - Gaste menos do que ganha;
04 - Saiba perdoar a si e aos outros;
05 - Trate os outros como gostaria de ser tratado;
06 - Faça novos amigos;
07 - Saiba guardar segredos;
08 - Não adie uma alegria;
09 - Surpreenda aqueles que você ama com presentes inesperados;
10 - Sorria;
11 - Aceite sempre uma mão estendida;
12 - Pague suas contas em dia;
13 - Não ore apenas para pedir coisas. Ore para agradecer e pedir sabedoria e coragem;
14 - Dê as pessoas uma segunda chance;
15 - Não tome nenhuma decisão quando estiver cansado ou nervoso;
16 - Respeite os seres vivos, principalmente os indefesos;
17 - Dê o melhor de si no seu trabalho;
18 - Seja humilde, especialmente nas vitórias;
19 - Jamais prive uma pessoa de esperança, pode ser que ela só tenha isso;
20 - Ame a Deus sobre todas as coisas e ao teu próximo como a ti mesmo.


RecadoFofo - Domingo

domingo, 6 de maio de 2012

ESCOLA + FAMILIA - PARCERIA QUE DÁ CERTO

Escola mais comunidade

Os pais, por sua vez, ficam distantes, não acompanham o cotidiano dos filhos e não facilitam o diálogo e a aproximação. Muitas vezes, isso ocorre não por falta de interesse, mas por não saber como se aproximar. Um exemplo disso é que, até hoje, não conseguem exigir da escola uma educação de qualidade, como se entre esses dois mundos - o da escola e o da casa - não existisse comunicação.
O que devem fazer a escola e a família? Como juntar pessoas que deveriam ter interesses idênticos em garantir o bem estar de crianças e adolescentes? O diálogo pode funcionar como uma palavra mágica. Escutar as queixas das famílias e as acusações da escola pode dar início a um processo de discussão sobre o espaço escolar e os deveres da família.
O que a escola deseja é que a família preste mais atenção em suas crianças e jovens e tentem resolver problemas que a escola se sente impotente e limitada.
E como se sente a família? São todos os pais que têm disponibilidade de acompanhar os filhos nos estudos? São todos os pais que sabem como fazê-lo? A resposta é não.
No entanto, poderíamos pensar em alguns pontos que os pais podem sim participar do cotidiano da escola, melhorando o clima de tensão existente entre os dois lados. A seguir, confira algumas sugestões de como propiciar essa aproximação.

Dicas para a família:
Aproximar-se da escola não somente para saber se os filhos se comportaram bem ou mal, mas também para discutir o que acontece na escola, a qualidade de ensino e as regras existentes. É preciso que conheçam e tenham possibilidade de conversar com o diretor(a) e com os professores(as);
Apoiar seus filhos nas atividades escolares, interessando-se pelo que fazem no período em que estão na escola, quais as matérias que gostam, quais as que não gostam e por que, quem são seus amigos etc. Isso dá aos pais a abertura para um diálogo que muitas vezes não existe e é desconhecido;
Ir às reuniões e poder discutir o que está certo e errado não somente com os filhos, mas também com a escola;
Ajudar as crianças e jovens a organizar o seu tempo em casa, auxiliando nos deveres escolares, conhecer as suas principais dificuldades;
Ler e ter livros em casa, mostrando que a leitura é fundamental.
Pesquisas nacionais e internacionais mostram que quanto mais a família tem livros em casa e lê, maior probabilidade de que a criança e o jovem melhorem o rendimento na escola.


Dicas para a escola:


Abrir o diálogo com os pais, discutindo as suas idéias e recomendações;
Receber os pais e fazer da escola um espaço aberto de diálogo e convivência;
Fazer com que as reuniões não sejam de queixas, mas sim de conteúdo e de alternativas, incentivando uma maior participação de pais e responsáveis nas atividades da escola, bem como um acompanhamento mais rigoroso da progressão educacional dos alunos;
Propiciar um ambiente de convivência, de aceitação e de diversidade;
Estimular a participação de alunos, professores e pais em debates, definição e divulgação das normas de funcionamento da escola, além dos mecanismos de sanção e punição;
Apoiar iniciativas de gestão democrática e participativa da escola, que contemple os interesses de todos os integrantes da comunidade escolar;
Despertar em alunos, professores, diretores e pais o sentimento de pertencimento à escola e à comunidade do entorno da escola;
Criar um serviço nas Secretarias de Educação e nos jornais locais para ouvir e acompanhar as principais denúncias e queixas de estudantes, professores e pais;
Principalmente deixar de ver a família como desestruturada e desinteressada.

A escola pode ensinar democracia em um contexto democrático e o trabalho com os pais é essencial neste sentido. Somente prestando contas de suas atividades e mudando as relações com as famílias, aceitando a diversidade, é que a escola pode se integrar às comunidades locais. É essa a escola do século XXI, onde se ensina com qualidade, onde se realiza a socialização de suas crianças e adolescentes e, por fim, onde se cria um espaço central da afirmação da cidadania.

Tanto a escola quanto a família gravitam em torno de um mesmo interesse: a criança, o adolescente ou o jovem. No entanto, existe uma relação tensa e conflituosa, onde a insatisfação e as queixas aparecem em ambos os lados.
A escola joga a culpa na família pelo fracasso de seus filhos, considerando-a desestruturada, assim como os professores queixam-se das famílias e dos alunos por conta de situações limites em que são xingados e desrespeitados por ambos. Em recente pesquisa realizada em cinco capitais brasileiras , foram encontradas circunstâncias que demarcam essas agressões a professores. Para a realização do estudo, além de grupos focais criados com professores, dois mil questionários foram respondidos por adultos de 113 escolas do ensino público.
Os resultados mostram que os professores reclamam da violência demonstrada não somente pelos alunos como também pelos pais, principalmente quando esses tomam o partido de seus filhos.

A escola tem dificuldade em aceitar crianças de classes desfavorecidas e medo do comportamento dos jovens dentro da instituição escolar. Espaços de diálogo podem gerar críticas e resultar em mal-estar às família.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

DICA DE LIVRO

Dividindo com vocês como sugestão de livro
para reunião de pais.


Sinopse
Bernardo queria avisar aos pais que na casa havia um monstro, mas eles não tinham tempo para ouvi-lo, e nem perceberam quando o menino acabou sendo devorado. Este livro tenta retratar com humor, a indiferença dos pais pelo filho.

https://picasaweb.google.com/108751521153753169000/3DeMaioDe2012?authkey=Gv1sRgCLCk0ZT-zrqMGQ

quarta-feira, 11 de abril de 2012

IDEIA DIA DAS MÃES

LINDA IDEIA PARA O DIA DAS MÃES



LEITURINHAS

Ler para uma criança é tudo!!!
Para os pequenos então...
E quando mais, pequenos textos fofos...
Espero que gostem e aproveitem.




domingo, 1 de abril de 2012

O COELHO DA PÁSCOA

Contos para a semana da Páscoa

quarta-feira, 14 de março de 2012

SUGESTÃO DE LIVRO INFANTIL

 
Edição de 2008
Ilustrada por Ionit Zilberman
Brinque Book

 
Sinopse:

Laura é uma garotinha e, como toda criança, é bem curiosa. E uma das questões que mais a intrigam, assim como a seus colegas de escola, é saber se as lindas princesas de contos de fadas soltam ou não pum. Ela recorre ao pai para esclarecer esta dúvida tão perturbadora, que, por sua vez, recorre ao antigo "livro secreto das princesas". Com ele, vem a confirmação: sim, Cinderela, Branca de Neve e até a Pequena Sereia sempre soltaram pum! Mesmo diante da realidade, Laura sabe que as princesas dos contos de fadas continuam a ser as mais lindas.

quinta-feira, 1 de março de 2012

POR QUE AS PESSOAS GRITAM?

Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos:

-"Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?"

- "Gritamos porque perdemos a calma", disse um deles.
- "Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?"
Questionou novamente o pensador.
- "Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça", retrucou outro discípulo.

E o mestre volta a perguntar:
- "Então não é possível falar-lhe em voz baixa?"
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.
Então ele esclareceu:
- "Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecida?" O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.
Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente.
Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.
Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas? Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê?
Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena.
Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram.
E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta.
Seus corações se entendem.
É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas." Por fim, o pensador conclui, dizendo:

- "Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta".


(Gandhi)
 

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

PAINEL DOS ANIVERSARIANTES

Mais uma arte terminada. Espero que a "dona" deste painel goste.


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

UMA ESCOLA DO BARULHO

UMA ESCOLA DO BARULHO

Evelyn Heine
Era uma vez uma escola muito engraçada. Uma escola de samba, com um palhaço e uma baiana pintados na entrada.
Tinha lição de casa, prova e chamada oral. E a matéria... claro, era só carnaval.
Na aula de artes nem precisava de papel. A pintura se fazia no rosto mesmo! Na aula de história, todo mundo aprendia sobre a Guerra do Confete, sobre a eleição do Rei Momo, sobre a invenção da cuíca... o descobrimento do Morro da Mangueira... Na aula de matemática: – Quantos são no trio elétrico? – Três, professora! – Muito bem! Na aula de música: – Oô, Oô, Oô...
No boletim, vinha escrito o "Samba de Uma Nota Só".
E quem fosse mal, aí não tinha outro jeito: levava uma semana de folia. E tinha que ser lá na Bahia!


SONDAGEM DIAGNÓSTICA

A sondagem deve ser feita individualmente, não necessariamente, com todas as crianças no mesmo dia. Não deve gerar expectativas na criança e ela deve sentir-se segura e tranqüila para realizá-la. O professor dita uma lista de palavras do mesmo campo semântico, partindo de um polissílabo e terminando com um monossílabo.
Depois uma frase, que deve conter ao menos uma palavra da lista, para que se observe a conservação e estabilidade na escrita.
Veja o exemplo:
FESTA:
1-REFRIGERANTE
2-DOCINHO
3-BOLO
4-PÃO
5 -O BOLO É DE CHOCOLATE.
E fundamental que, após a escrita de cada palavra, a criança leia para o professor o que escreveu, apontando o que esta lendo. E nesta leitura que o professor ira verificar que associações entre leitura e escrita a criança esta fazendo, e, portanto, em que momento do processo se encontra. E preciso que o professor faca o registro de como foi feita esta leitura, se letra a letra, se palavra por palavra ou de forma global: apontando a palavra como um todo.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

LIVROS INFANTIS PARA O INÍCIO DAS AULAS

Algumas dicas de livros para leitura diária nos primeiros dias de aula



A CURIOSIDADE PREMIADA
FERNANDA LOPES DE ALMEIDA
A criança pergunta sobre tudo, incomodando todo mundo. Mas logo todos percebem que esse é um bom jeito de descobrir o mundo.
Para trabalhar com as expectativas dos alunos para o novo ano escolar.
 
 
E EU COM ISSO/ APRENDENDO SOBRE RESPEITO
BRIAN MOSES E MIKE GORDON
O livro traz situações do cotidiano para mostrar as relações de respeito entre as pessoas e si mesmo.
 
O MENINO QUE APRENDEU A VER
RUTH ROCHA
O livro fala sobre a descoberta da leitura.

 
 O BATALHÃO DAS LETRAS
MÁRIO QUINTANA
O poeta brinca com as letras do alfabeto conciliando aprendizagem e diversão.

PALAVRAS, MUITAS PALAVRAS
RUTH ROCHA
A autora brinca com as palavras de cada letra do alfabeto

 
 
 

domingo, 12 de fevereiro de 2012

ALFABETIZAÇÃO


DICA DE ALFABETIZAÇÃO





♥ Fases da Escrita




FASES DA ESCRITA


A alfabetização é um processo no qual o indivíduo assimila o aprendizado e a sua utilização como código de comunicação.
Esse processo não se deve resumir apenas na aquisição dessas habilidades mecânicas do ato de ler, mas na capacidade de interpretar, compreender, criticar e produzir conhecimento. A alfabetização envolve também o desenvolvimento de novas formas de compreensão e uso da linguagem de uma maneira geral.




Emília Ferreiro , procurou observar como se realiza a construção da linguagem escrita na criança. Os resultados de suas pesquisas permitem,que conhecendo a maneira com que a criança concebe o processo de escrita, as teorias pedagógicas e metodológicas, nos apontem caminhos, a fim os erros mais freqüentes daqueles que alfabetizam possam ser evitados, desmistificando certos mitos vigentes em nossas escolas.


GARATUJA: O próprio nome já diz, a criança risca o papel sem ter um sentido próprio, ou ainda faz desenhos para representar a escrita.

PRÉ-SILÁBICO: É quando a criança começa a usar qualquer letra (às vezes números) para escrever a palavra. O importante desta fase, é que ela percebeu a função da letra. Geralmente ela repete muito a letra A (pois é a primeira que aprende), ou usa as letras do seu nome trocando a ordem.
Ex: Pra escrever GATO: RIAMA

SILÁBICO SEM VALOR SONORO: É quando a criança coloca a quantidade de letras conforme as sílabas da palavra, não se importando com o som. O mais importante nesta fase é observar o modo como a criança lê o que ela acabou de escrever. Ex: Para escrever GATO: MA, leitura: Ela deve colocar o dedinho, ou o lápis, apontando para o M dizendo GA e para o A dizendo TO; Para escrever JANELA: RMI, leitura: Aponta para o R dizendo JA, para o M dizendo NE e para o I dizendo LA.
SILÁBICO COM VALOR SONORO: É quando a criança começa a perceber que cada letra tem um som então ela usa-as de maneira proposital.
Ex:
GATO: GO;
JANELA: JNA;
CASA: KZ
BORBOLETA: BOLT
Normalmente nesta fase a criança tem certeza absoluta do que escreve e lê (é muito legal). Ela lê silabicamente como no Silábico Sem Valor Sonoro.


SILÁBICO ALFABÉTICO: É quando ela consegue começar a entender que necessita de duas ou mais letras para formar o som certo da sílaba em questão, mas não usa em todas. Ex: GATO: HTO JANELA: JNELA CASA: KZA BORBOLETA: BOBOLTA

ALFABÉTICO: É quando a criança já sabe escrever e ler, mas ainda têm pequenos "erros ortográficos" Como trocar:
E por I,
G por J,
C por K,
S por Z,
CH por x, etc.
Ex: CAZA, XAPÉU, BUNECA, TOMATI, ETC.